
Mesmo relacionado para a partida, Neymar permaneceu no banco de reservas durante a vitória da Seleção Brasileira por 2 a 1 sobre o Japão, nesta segunda-feira (29), pela segunda fase da Copa do Mundo de 2026. Após o confronto, o técnico Carlo Ancelotti explicou que o camisa 10 seria utilizado apenas se o duelo fosse para a prorrogação.
Segundo o treinador italiano, a comissão técnica chegou a conversar com o atacante e o planejamento era colocá-lo em campo entre os 60 e 65 minutos da etapa complementar. No entanto, com o empate do Brasil e o controle da partida, a estratégia foi mantida até que Gabriel Martinelli marcasse o gol da classificação nos acréscimos.
“Estávamos esperando o Neymar para a prorrogação. Falei com ele que entraria por volta dos 60 ou 65 minutos, mas, depois do empate, preferi não alterar a estrutura da equipe porque estávamos controlando o jogo”, afirmou Ancelotti.
O Brasil saiu atrás no placar ainda no primeiro tempo, mas reagiu na etapa final. Casemiro marcou de cabeça e deixou tudo igual, enquanto Martinelli garantiu a virada nos minutos finais, assegurando a vaga da Seleção nas oitavas de final.
Ancelotti também elogiou o desempenho do elenco e destacou a força do grupo para enfrentar um adversário que considerou bastante competitivo.
“Temos muitas opções, tanto entre os titulares quanto no banco. O Japão é uma equipe intensa, organizada e nos exigiu bastante durante toda a partida”, avaliou o treinador.
Com a classificação, o Brasil agora aguarda o vencedor do confronto entre Noruega e Costa do Marfim para conhecer o adversário das oitavas de final.


