Panorama

Brasil é derrotado no 2° estádio mais alto do mundo e fecha as eliminatórias em 5° lugar

Foto: Buda Mendes

O Brasil perdeu por 1 a 0 para a Bolívia, na noite desta terça-feira (9), na altitude de El Alto, a 4100m. A partida marcou o fim da participação brasileira nas Eliminatórias com a sua pior campanha. O gol foi marcado por Miguelito, cobrando pênalti. O resultado classificou a Bolívia para a repescagem da Copa.

A seleção brasileira sentiu bastante os 4.150 metros de altitude de El Alto. E mostrou dificuldades desde o primeiro tempo. O goleiro Alisson foi quem mais trabalhou nos 45 minutos iniciais e fez defesas importantes em chegadas com Enzo Monteiro e Miguelito, ambos com passagens pelo Santos. O Brasil só levou mais perigo nos minutos finais, quando Luiz Henrique teve a melhor chance brasileira até então na partida, mas parou em defesa de Carlos Lampe.

E não teve jeito. Já nos acréscimos, o VAR foi acionado e o árbitro marcou pênalti a favor dos bolivianos por uma falta de Bruno Guimarães no lateral Roberto. Na cobrança, Miguelito assumiu a responsabilidade e quase viu Alisson ir buscar após o arqueiro acertar o canto, mas estufou as redes e fez 1 a 0. No segundo tempo, o ritmo da partida caiu, e mesmo com sangue novo, incluindo a entrada de Estêvão, o Brasil não conseguiu uma reação. A Bolívia ainda assustou mais vezes, com novas chegadas de Miguelito, e Alisson seguiu trabalhando. Mas o placar se manteve intacto, e os bolivianos confirmaram a vitória.

Com o resultado, a seleção canarinho fechou a campanha nas eliminatórias com 28 pontos e apenas em 5° na tabela, atrás de Colômbia, Uruguai, Equador e da “campeã” Argentina. A sexta vaga direta foi preenchida pelo Paraguai.

Já a Bolívia, teve mais motivos para comemorar para além da vitória sobre o Brasil. Com o resultado, a seleção se aproveitou da derrota em casa da Venezuela para a Colômbia e se garantiu na repescagem para o Mundial com o 7° lugar.

Agora, o Brasil volta à ativa na próxima Data Fifa, em outubro, para amistosos na Ásia contra Coreia do Sul, no dia 10 de outubro, em Seul, e Japão, no dia 14, em Tóquio.

 

 

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