
O médico e ex-participante do Big Brother Brasil Marcos Harter recebeu uma punição do Conselho Federal de Medicina (CFM) por infrações ao Código de Ética Médica relacionadas à sua atuação profissional.
A decisão, publicada no Diário Oficial da União, mantém a condenação anterior que aplica a pena de “censura pública em publicação oficial”. O julgamento foi realizado pelo Tribunal Superior de Ética Médica do CFM, que rejeitou o recurso apresentado pelo médico e confirmou a decisão já tomada pelo Conselho Regional de Medicina do Mato Grosso.
Marcos Harter ficou conhecido nacionalmente após participar do BBB 17, quando foi expulso do programa após acusações de agressão. No campo profissional, o conselho concluiu que ele violou artigos do Código de Ética Médica ligados à responsabilidade no atendimento a pacientes, incluindo normas sobre negligência, respeito à dignidade humana e uso adequado de métodos de diagnóstico e tratamento.
A decisão não detalha os fatos específicos que motivaram a condenação, mas reforça que a punição é uma sanção ética formal, com divulgação pública, registrada no histórico do profissional.
A penalidade aplicada não impede automaticamente o exercício da medicina, mas integra o histórico disciplinar do médico. Em casos mais graves, o CFM pode aplicar suspensão ou cassação do registro profissional.
Nos últimos anos, o médico também já havia sido alvo de outras investigações e punições administrativas, incluindo suspensão temporária do registro em 2020 e denúncias recentes envolvendo procedimentos estéticos e complicações relatadas por pacientes.



