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Panorama

Deolane Bezerra recebe notícia da morte de amigo e segurança enquanto está presa

Nego Jader morreu aos 40 anos, após ser internado por uma convulsão; advogada foi informada pela irmã, Daniele Bezerra, durante uma visita

Reprodução/Instagram

A advogada e influenciadora Deolane Bezerra foi informada sobre a morte de Nego Jader, seu segurança pessoal e amigo próximo, durante uma visita da irmã, Daniele Bezerra, à prisão. Ele morreu na quarta-feira (14), aos 40 anos, em São Paulo.

A notícia foi compartilhada por Daniele nas redes sociais. Segundo ela, Deolane ficou em estado de choque ao saber da perda e lamentou não poder se despedir do amigo pessoalmente.

“Essa cadeia injusta e cruel está me tirando tudo. Não vou poder ver meu Jader nem uma última vez”, relatou Daniele ao reproduzir as palavras da advogada após receber a notícia.

Família compartilha despedida nas redes sociais

Além de contar como Deolane reagiu, Daniele publicou uma nota de despedida em homenagem a Jader. No texto, a família destacou os dias de esperança e orações pela recuperação do segurança, além de agradecer às pessoas que enviaram mensagens de apoio.

Daniele também divulgou um vídeo produzido com inteligência artificial que retrata simbolicamente a despedida de Jader rumo ao Reino dos Céus.

O velório foi anunciado para esta quinta-feira (15), das 18h às 22h, no Memorial Jardim da Vida, em São Paulo.

Segurança estava internado desde a semana passada

Nego Jader foi internado na quinta-feira (8), após sofrer uma convulsão. Com o agravamento do quadro de saúde, ele foi transferido de uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) para uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI), onde precisou ser intubado.

Apesar da expectativa da família por sua recuperação, ele não resistiu.

Deolane está presa desde maio

Deolane Bezerra está presa desde maio de 2026, no contexto das investigações da Operação Vérnix. Segundo as informações divulgadas, ela é acusada de envolvimento em um esquema de lavagem de dinheiro e organização criminosa com suposta ligação à cúpula do Primeiro Comando da Capital (PCC).

As acusações fazem parte das investigações e não representam, por si só, uma condenação definitiva.

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