
O São Paulo não pretende rescindir o contrato do zagueiro Robert Arboleda, mesmo após o período em que o jogador ficou afastado sem se apresentar. A estratégia da diretoria é utilizá-lo como moeda de troca na próxima janela de transferências.
Internamente, o clube entende que uma rescisão amigável seria prejudicial, já que permitiria ao atleta sair livre para acertar com outra equipe sem gerar qualquer compensação financeira. Já a possibilidade de rescisão unilateral também foi descartada por questões jurídicas, diante da incerteza sobre uma eventual vitória na Justiça.
Durante o período de ausência, o São Paulo enviou notificações formais exigindo o retorno do jogador. A última delas alertava que o caso poderia ser levado à Justiça quando o sumiço completasse 30 dias. A medida teve efeito, e Arboleda voltou antes desse prazo.
Agora, o foco do clube é avaliar as condições físicas do defensor e trabalhar sua recuperação em treinos separados. A ideia é prepará-lo para uma possível negociação no meio do ano.
Neste momento, não há planos de reintegrá-lo imediatamente ao elenco principal, mas essa possibilidade não está totalmente descartada. Caso não surjam propostas e o time precise de reforço na defesa, o equatoriano pode voltar a ser opção após a Copa do Mundo.
Arboleda tem contrato com o São Paulo até o fim de 2027, e seu futuro deve ser definido nos próximos meses.


