
A ex-paquita Andréa Sorvetão e o marido, Conrado Fernandes, não serão alvo de ação criminal após a Justiça do Estado do Rio de Janeiro arquivar uma investigação que apurava denúncias contra o casal. A decisão veio após o Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro apontar ausência de provas que sustentassem a abertura de um processo criminal.
Denúncias partiram de ex-funcionário
O caso teve origem em uma denúncia apresentada por um ex-funcionário da empresa administrada pelo casal, a Sorvetão Casa de Festas & Eventos. Ele relatou supostas irregularidades após a mudança na gestão do negócio.
Entre as acusações estavam a liquidação informal de bens, abandono do imóvel comercial sem encerramento formal das atividades, além da manutenção da empresa ativa em registros oficiais mesmo sem funcionamento.
O denunciante também alegou prejuízos trabalhistas, afirmando que, mesmo após decisão judicial favorável, não teria recebido valores devidos — que teriam sido quitados posteriormente por um ex-sócio.
Ministério Público descarta indícios de crime
Apesar das alegações, o Ministério Público concluiu que não havia elementos mínimos que comprovassem a prática de crime. Segundo o parecer, as informações apresentadas eram genéricas, unilaterais e sem documentação que sustentasse as acusações.
O órgão destacou ainda que eventuais pendências envolvendo dívidas ou questões administrativas podem configurar problemas na esfera cível, mas não necessariamente infrações penais.
Caso encerrado
Com base na falta de justa causa, o pedido de arquivamento foi encaminhado à Justiça e posteriormente homologado. A decisão considerou que não havia indícios suficientes de autoria ou materialidade para dar continuidade à investigação.
Com isso, o procedimento foi encerrado e não houve abertura de ação penal contra Andréa Sorvetão e Conrado Fernandes.



