Volante do Flamengo e Mattheus Montenegro foram julgados nesta quinta-feira (15) e não receberam punições

O volante Erick Pulgar, do Flamengo, e o presidente do Fluminense, Mattheus Montenegro, foram absolvidos pelo Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) nesta quinta-feira (15). O julgamento ocorreu após as polêmicas registradas no clássico entre as equipes, disputado no domingo (11), no Maracanã, pela 30ª rodada do Campeonato Brasileiro.
O Flamengo venceu por 1 a 0, com gol de Carrascal. Apesar do resultado, dois episódios relacionados à arbitragem levaram à denúncia dos envolvidos.
Entrada de Pulgar gerou reclamações
O chileno Erick Pulgar foi denunciado com base no artigo 254 do Código Brasileiro de Justiça Desportiva, que trata da prática de jogada violenta.
Aos 30 minutos do primeiro tempo, o volante atingiu o joelho do atacante Castillo com a sola da chuteira. O árbitro aplicou cartão amarelo, mas o lance provocou reclamações do lado tricolor, que considerou a entrada motivo para expulsão.
Caso fosse punido, Pulgar poderia receber suspensão de um a seis jogos. Com a absolvição, o jogador escapou da sanção esportiva relacionada ao julgamento.
Presidente tricolor criticou arbitragem
Mattheus Montenegro também foi denunciado, com base no artigo 258, por declarações consideradas passíveis de enquadramento como desrespeito à equipe de arbitragem. A infração prevê suspensão de 15 a 180 dias.
Após a partida, o presidente do Fluminense criticou duramente o árbitro Rafael Klein e Daniel Nobre Bins, responsável pelo VAR. O dirigente reclamou principalmente da decisão de não expulsar Pulgar.
Montenegro afirmou que a marca da chuteira teria ficado no joelho de Castillo e questionou a atuação do árbitro de vídeo. Ele também contestou outros lances do clássico, incluindo uma situação envolvendo Léo Pereira e a cobrança de um lateral, além do cartão amarelo aplicado a Canobbio.
Com a decisão do STJD, tanto Pulgar quanto Montenegro escaparam de punições pelos episódios que marcaram o Fla-Flu.



