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Panorama

Mãe e padrasto são presos após bebê de 8 meses morrer por asfixia em Macaé

Segundo a Polícia Civil, homem teria sufocado a criança após ela chorar; mãe afirmou que não interveio por medo de ser agredida

Foto: Douglas Smmithy

Um bebê de oito meses morreu após ser asfixiado em Macaé, no Norte Fluminense, e a mãe e o padrasto da criança foram presos em flagrante por homicídio. O caso aconteceu no sábado (3) e é investigado pela 123ª DP (Macaé).

De acordo com a Polícia Civil, a criança foi levada a uma unidade de saúde por um vizinho, mas não resistiu. A mãe esteve posteriormente no local e foi conduzida à delegacia para prestar depoimento.

Mãe relatou agressões contra a criança

Em depoimento, a mulher afirmou que o companheiro teria usado um travesseiro e um cobertor para impedir a respiração do bebê depois que ele começou a chorar.

A mãe declarou ainda que não tentou impedir a ação porque teria sido ameaçada e temia sofrer agressões. Ela também relatou aos investigadores que o homem já teria cometido outros episódios de violência contra a criança.

Com base nas informações apresentadas durante o depoimento, policiais da 123ª DP iniciaram buscas pelo suspeito.

O homem foi localizado em Itaboraí, na Região Metropolitana do Rio, e levado para a delegacia. A Polícia Civil informou que os dois foram autuados em flagrante por homicídio.

A defesa dos suspeitos não foi localizada. O espaço permanece aberto para manifestação.

Duas mulheres são presas com medicamentos no Galeão

Em outra ocorrência registrada no sábado (4), a Polícia Federal prendeu duas mulheres no Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro, o Galeão, na Ilha do Governador, Zona Norte.

As passageiras transportavam medicamentos para emagrecimento adquiridos no Paraguai e foram abordadas durante uma fiscalização de rotina.

Uma das mulheres, de 45 anos, carregava 68 frascos de tirzepatida e tinha como destino Aracaju (SE). A segunda, de 48 anos, transportava 50 frascos de diferentes substâncias e seguiria para Natal (RN).

Segundo a PF, os produtos estavam nas bagagens despachadas e não tinham a documentação necessária para a importação regular. As duas foram levadas à Superintendência da Polícia Federal no Rio, onde foram indiciadas por importação ilegal de medicamentos sem registro no órgão de vigilância competente.

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