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Panorama

Mochila deixada perto do STF mobiliza esquadrão antibombas em Brasília

Homem de 28 anos foi detido após arremessar a mochila em uma parada de ônibus; perícia descartou a presença de explosivos

Reprodução

Uma mochila deixada nas proximidades do Supremo Tribunal Federal (STF), na Praça dos Três Poderes, em Brasília, mobilizou equipes da Polícia Militar do Distrito Federal (PM-DF) e do Esquadrão Antibombas na noite de quinta-feira (1º). O material foi periciado e nenhum artefato explosivo foi encontrado.

A ocorrência começou por volta das 19h50, quando policiais identificaram um homem de 28 anos que teria arremessado a mochila sobre uma parada de ônibus próxima à sede da Corte.

Homem foi detido durante abordagem

De acordo com a PM-DF, o homem resistiu à abordagem e fez declarações de cunho reivindicatório durante a intervenção. Ele foi detido pelos policiais.

O STF informou que o sistema de monitoramento da Corte registrou a movimentação do homem e que, segundo a instituição, ele teria tentado pular as grades que cercam o prédio. A Polícia Militar e a Polícia Judicial foram acionadas imediatamente.

A PM-DF afirmou, porém, que a dinâmica analisada durante a abordagem não apresentou elementos que caracterizassem uma tentativa de invasão das dependências do Supremo.

Perícia descarta explosivos

Por causa da mochila arremessada próximo ao STF, foi acionada a chamada Operação Petardo, procedimento utilizado para averiguar possíveis artefatos explosivos.

O perímetro foi isolado enquanto o Esquadrão Antibombas realizava a inspeção. Após a perícia, foi constatado que a mochila continha apenas objetos pessoais.

Com a ausência de qualquer material explosivo, a operação de segurança foi encerrada.

Caso de 2024

A ocorrência desta quinta-feira aconteceu quase dois anos após um episódio de explosões registrado na região da Praça dos Três Poderes.

Em novembro de 2024, o empresário Francisco Wanderley Luiz, de 59 anos, conhecido como “Tiü…

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