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Panorama

Mais de mil celulares e antena Starlink são apreendidos em presídios do Rio

Operação da Polícia Penal também retirou cerca de 20 quilos de drogas, roteadores e carregadores das unidades prisionais

Operação Illicitus já retirou mais de mil celulares e 20 kg de drogas de presídios do Rio
Divulgação / Seppen

 

Uma ofensiva contra a entrada e circulação de materiais proibidos em presídios do Rio já resultou na apreensão de mais de mil celulares e cerca de 20 quilos de drogas em pouco mais de 50 dias.

As apreensões fazem parte da Operação Illicitus, conduzida pela Secretaria de Estado de Polícia Penal. As fiscalizações foram intensificadas em agosto e vêm sendo realizadas de forma surpresa nas unidades prisionais.

Entre os materiais encontrados estão carregadores, modems, roteadores e outros equipamentos usados para comunicação. Na última semana, os agentes localizaram também uma antena Starlink, capaz de fornecer conexão à internet por meio de sinal de satélite.

Segundo a secretaria, 12 visitantes foram presos ao tentar entrar nos presídios com objetos proibidos. Dois policiais penais também foram flagrados por suspeita de envolvimento na entrada irregular desses materiais.

A operação reúne equipes das áreas operacional, de inteligência e da Corregedoria-Geral da Polícia Penal.

De acordo com a Seppen, um dos principais objetivos das ações é dificultar a comunicação entre integrantes de organizações criminosas que estão presos e pessoas em liberdade.

A secretaria afirma ainda que as fiscalizações utilizam recursos tecnológicos e fazem parte das medidas adotadas para reforçar o controle dentro das unidades e impedir a circulação de ilícitos no sistema penitenciário.

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