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Panorama

Explosivo lançado por drone detona durante teste no Complexo da Penha

Reprodução / Redes Sociais

 

 Um artefato explosivo lançado por um drone detonou na noite de quinta-feira (30) no Complexo da Penha, na Zona Norte do Rio. Segundo a Polícia Militar, criminosos realizavam testes com a aeronave quando a carga caiu e explodiu. Apesar do susto, não houve registro de feridos.

Policiais militares da Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) foram acionados na madrugada desta sexta-feira (31) para verificar a presença de homens armados na comunidade. Ao chegarem ao local, os agentes constataram que suspeitos testavam drones equipados com explosivos. A corporação informou que não houve confronto durante a ação.

Vídeos divulgados nas redes sociais mostram os danos provocados pela explosão. De acordo com as imagens, o artefato atingiu uma piscina antes de detonar.

Após o ocorrido, a Polícia Militar reforçou o policiamento no Complexo da Penha com o apoio de equipes de unidades especializadas.

Drones com explosivos preocupam autoridades

O uso de drones para transportar e lançar explosivos tem se tornado uma estratégia cada vez mais frequente em disputas entre facções criminosas pelo controle de territórios no Rio de Janeiro.

No último dia 13, um integrante da associação de moradores do Parque Dois Irmãos, em Curicica, ficou ferido após um explosivo atingir o local. Testemunhas afirmaram que o artefato teria sido lançado por um drone durante a disputa entre milicianos e traficantes.

Outro caso foi registrado em 6 de julho, quando uma granada foi encontrada sobre o telhado da Creche Municipal Barbosa Lima Sobrinho, no Jardim América. As investigações apontam diferentes hipóteses, entre elas a utilização de drones por criminosos e até uma possível tentativa de atribuir o ataque a um grupo rival.

Em junho, outro explosivo atingiu uma residência em Rio das Pedras. Na ocasião, ninguém ficou ferido, mas o episódio reforçou o alerta das forças de segurança sobre a expansão do uso dessa tecnologia por organizações criminosas.

Informações: ODia.

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