Panorama

Fluminense cobra providências após ataque discriminatório contra jogadora no Brasileiro Feminino

Time do Fluminense da estreia em 2026, contra o Botafogo — Foto: MARINA GARCIA / FLUMINENSE F.C.
Time do Fluminense na estreia contra o Botafogo — Foto: MARINA GARCIA / FLUMINENSE F.C.

O Fluminense se posicionou publicamente nesta segunda-feira (27) após um episódio de racismo e homofobia envolvendo a atacante Keké, durante partida contra o Mixto, válida pelo Campeonato Brasileiro Feminino, em Cuiabá.

Segundo o clube, as ofensas partiram de um torcedor ainda no primeiro tempo, levando as atletas a denunciarem a situação à arbitragem. Diante da gravidade, o protocolo antirracismo foi acionado, com interrupção temporária do jogo.

O suspeito foi identificado no estádio e encaminhado pelas autoridades para uma delegacia da região. O Fluminense destacou, em nota oficial, que prestou apoio à jogadora e classificou o episódio como inadmissível, reforçando seu compromisso no combate a qualquer forma de discriminação.

A própria atleta também se manifestou sobre o caso, ressaltando o impacto emocional causado pela situação e cobrando medidas efetivas. Apesar do ocorrido, ela marcou um dos gols da vitória do time por 2 a 0.

O episódio reacende a discussão sobre práticas discriminatórias no futebol e evidencia a necessidade de punições mais rigorosas para esse tipo de conduta dentro dos estádios.

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