
O Fluminense se posicionou publicamente nesta segunda-feira (27) após um episódio de racismo e homofobia envolvendo a atacante Keké, durante partida contra o Mixto, válida pelo Campeonato Brasileiro Feminino, em Cuiabá.
Segundo o clube, as ofensas partiram de um torcedor ainda no primeiro tempo, levando as atletas a denunciarem a situação à arbitragem. Diante da gravidade, o protocolo antirracismo foi acionado, com interrupção temporária do jogo.
O suspeito foi identificado no estádio e encaminhado pelas autoridades para uma delegacia da região. O Fluminense destacou, em nota oficial, que prestou apoio à jogadora e classificou o episódio como inadmissível, reforçando seu compromisso no combate a qualquer forma de discriminação.
A própria atleta também se manifestou sobre o caso, ressaltando o impacto emocional causado pela situação e cobrando medidas efetivas. Apesar do ocorrido, ela marcou um dos gols da vitória do time por 2 a 0.
O episódio reacende a discussão sobre práticas discriminatórias no futebol e evidencia a necessidade de punições mais rigorosas para esse tipo de conduta dentro dos estádios.


