
A Prefeitura do Rio de Janeiro avança no plano de expansão da malha cicloviária e na meta de criar 50 quilômetros de novas vias até 2028. A partir deste domingo (12), equipes da CET-Rio e da Secretaria de Conservação iniciam a implantação de novos trechos na Zona Norte, na Zona Sul e no Centro, com o objetivo de conectar bairros e ampliar a infraestrutura voltada para ciclistas.
Na Tijuca, a intervenção será realizada na Rua Conde de Bonfim, no trecho entre a Praça Saens Peña e a Rua Uruguai. O traçado da ciclovia será implantado ao longo do canteiro central da via, uma das mais movimentadas da região.
Já em Botafogo, na Zona Sul, a ciclovia será construída na Rua Muniz Barreto, entre as ruas Pinheiro Machado e São Clemente. Nesse caso, a faixa será posicionada no bordo esquerdo da pista, mantendo o estacionamento ao longo da via.
No eixo que liga Glória à Cinelândia, as obras acontecem na Rua Augusto Severo. O objetivo é criar uma conexão direta entre os dois pontos, facilitando o deslocamento de ciclistas na região central.
A previsão é que os três trechos estejam concluídos em até 90 dias, podendo haver alterações no cronograma em caso de chuva.
Segundo a Prefeitura, essas intervenções fazem parte de um plano mais amplo de mobilidade sustentável, que inclui tanto a criação de novas ciclovias quanto a requalificação da sinalização existente. O investimento total previsto é de R$ 20 milhões.
O plano de expansão contempla diversos pontos da cidade, com foco na integração entre bairros, áreas de lazer, equipamentos públicos e sistemas de transporte coletivo. Estão previstos novos trechos em regiões como Centro, Zona Sul, Barra da Tijuca, São Cristóvão e Ilha do Governador.
Entre as vias que devem receber ciclovias futuramente estão a Avenida Pedro II, em São Cristóvão; a Rua Barão da Torre, em Ipanema; a Avenida Henrique Dodsworth, em Copacabana; a Rua Sacadura Cabral, na Gamboa; e a Avenida Dom Hélder Câmara, em Del Castilho.
De acordo com a administração municipal, a proposta é garantir mais segurança e melhores condições para quem utiliza a bicicleta no dia a dia, além de incentivar práticas sustentáveis de mobilidade urbana.



