
A Nike reconheceu a existência de falhas na costura dos uniformes produzidos para seleções que disputarão a próxima Copa do Mundo. O problema, segundo a empresa, está concentrado na região dos ombros, mas não compromete o desempenho dos atletas.
A informação foi confirmada ao jornal britânico The Guardian, após observações feitas durante a última pausa internacional. De acordo com a fornecedora, a falha é mais perceptível visualmente do que funcional.
“Identificamos um pequeno problema na costura dos ombros. O desempenho não é afetado, mas a estética não está no nível esperado”, afirmou a empresa em nota.
Os novos uniformes foram lançados no dia 23 de março para 16 seleções, sendo 12 delas participantes do Mundial que será sediado por Canadá, México e Estados Unidos.
A Seleção Brasileira, patrocinada pela marca desde 1997, já utilizou o novo uniforme em amistosos recentes contra França e Croácia. Durante as partidas, detalhes na costura — como pequenas elevações nos ombros — chamaram a atenção.
Outras seleções como Inglaterra, Holanda, Estados Unidos e Uruguai também estrearam os novos modelos.
Tecnologia e questionamentos
As camisas utilizam a tecnologia “Aero-FIT”, desenvolvida pela empresa para melhorar o conforto térmico e o desempenho dos jogadores, com base em design computacional e análise de dados.
Apesar da inovação, o problema estético gerou repercussão, principalmente entre torcedores e observadores mais atentos.
A Nike afirmou que trabalha para corrigir a falha:
“Prezamos pelos mais altos padrões de qualidade. Isso ficou aquém do esperado, e estamos atuando rapidamente para ajustar, garantindo que os uniformes representem o cuidado e a precisão que o esporte exige.”
Ainda não há confirmação oficial sobre possíveis mudanças nos modelos antes do início da Copa do Mundo.


