Panorama

Ciclomotores passam a circular na orla do Rio e limite de velocidade é reduzido para 60 km/h

Novo limite de velocidade na Avenida Atlântica, e em toda a orla do Rio, passa para 60km/h — Foto: Reprodução/TV Globo
Novo limite de velocidade na Avenida Atlântica, e em toda a orla do Rio, passa para 60km/h — Foto: Reprodução/TV Globo

A partir desta sexta-feira (10), ciclomotores e bicicletas elétricas passam a ser permitidos nas vias da orla do Rio de Janeiro. A liberação vem acompanhada de uma mudança importante no trânsito: o limite de velocidade nessas regiões será reduzido de 70 km/h para 60 km/h.

A medida faz parte de um decreto da prefeitura que regulamenta o uso desses veículos na cidade e busca tornar o trânsito mais seguro nas áreas à beira-mar.

Onde a mudança vale

O novo limite passa a valer nas principais avenidas da orla:

  • Avenida Atlântica, em Copacabana
  • Avenida Vieira Souto, em Ipanema
  • Avenida Delfim Moreira, no Leblon
  • Avenida Lúcio Costa, na Barra da Tijuca e no Recreio

As novas placas começaram a ser instaladas nesta quinta-feira (9), e os radares serão ajustados automaticamente à meia-noite. Motoristas que ultrapassarem a velocidade já poderão ser multados.

Regras para circulação

Com a atualização, ciclomotores e bicicletas elétricas poderão circular em vias com limite de até 60 km/h — desde que não haja faixa exclusiva para ônibus (BRS).

Já os patinetes elétricos continuam proibidos nas ruas e devem permanecer restritos às ciclovias.

Segurança no trânsito

Segundo a prefeitura, a redução da velocidade tem como principal objetivo diminuir riscos de acidentes e permitir a convivência entre diferentes tipos de veículos nas mesmas vias.

A mudança também atende a uma demanda antiga de ciclistas, especialmente após o aumento do número de bicicletas circulando na cidade.

Repercussão

Entre usuários da orla, a medida divide opiniões. Enquanto alguns consideram a redução necessária para aumentar a segurança, outros apontam que apenas diminuir a velocidade não resolve o problema sem fiscalização mais rígida.

Motoristas, por outro lado, tendem a ver a mudança de forma positiva, destacando que o compartilhamento das vias exige mais atenção e respeito entre todos.

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