
O número de exames para detecção precoce do câncer de intestino no Sistema Único de Saúde (SUS) triplicou na última década, segundo levantamento da campanha Março Azul.
Entre 2016 e 2025, a pesquisa de sangue oculto nas fezes passou de 1,1 milhão para mais de 3,3 milhões de exames; um aumento de cerca de 190%. Já as colonoscopias cresceram 145% no mesmo período, saltando de 261 mil para mais de 639 mil procedimentos.
Em 2025, o maior volume de exames foi registrado em São Paulo, seguido por Minas Gerais e Santa Catarina. Já os menores índices foram observados no Amapá, Acre e Roraima.
Segundo especialistas, o crescimento está diretamente ligado ao avanço das campanhas de conscientização e ao aumento da busca por prevenção. Casos de figuras públicas também ajudaram a ampliar o debate sobre a doença, incentivando a realização de exames.
A estimativa do Instituto Nacional de Câncer aponta que as mortes prematuras por câncer de intestino devem aumentar até 2030, especialmente devido ao diagnóstico tardio e à baixa cobertura de exames de rastreamento.
Informações Âgencia Brasil



