
A cidade de Macaé se tornou o centro das atenções no cenário rural ao sediar a Exposição Brasileira do Criador de Mangalarga Marchador 2026. O evento reúne criadores de várias regiões do país e já conta com 268 cavalos inscritos e cerca de 100 participantes do setor.
Realizada no Parque de Exposições Latiff Mussi Rocha, a exposição vai além da competição e mistura tradição, negócios e entretenimento.
Avaliações técnicas marcam a competição
Logo nos primeiros dias, o público acompanhou o julgamento de potros com até três anos. Os jurados analisam critérios como qualidade da marcha, estrutura física e padrão da raça — fatores que transformam os animais em verdadeiros atletas dentro das pistas.
Um dos diferenciais do evento é que apenas cavalos criados pelos próprios expositores podem participar, o que aumenta o nível técnico e valoriza o trabalho direto dos criadores.
Evento também vira espaço de lazer
Além das competições, a exposição ganhou clima de festival. Com entrada gratuita, o evento atrai famílias e visitantes interessados no universo rural.
A programação inclui shows musicais à noite, com apresentações de sertanejo, rock e pagode, ampliando o alcance cultural e tornando o ambiente mais acessível ao público geral.
Impacto na economia local
A movimentação intensa já reflete na economia da cidade. Hotéis, restaurantes e comércios registram aumento na procura, impulsionando o turismo e fortalecendo o comércio local.
Vaga em competição nacional
Os vencedores da exposição garantem classificação para o principal evento do segmento, que acontece em Belo Horizonte.
Até o encerramento, previsto para sábado, a programação segue com provas de marcha, avaliações morfológicas e apresentações, mantendo o ritmo do evento que consolida Macaé como palco de grandes encontros do agronegócio.



