A instalação tem por objetivo promover os valores olímpicos na comemoração dos 9 anos das Olímpiadas de 2016

A Prefeitura do Rio de Janeiro inaugurou o Rio Museu Olímpico neste domingo (03), que fica localizado no velódromo do Parque Olímpico, na Barra da Tijuca. O espaço terá experiências, artefatos e vídeos que remetem a memórias dos jogos de 2016 na cidade e ao legado que as Olimpíadas deixaram no Rio. O prefeito da cidade, Eduardo Paes, esteve presente no evento de inauguração e conheceu as instalações que estarão disponíveis para a população. A abertura para a população acontece nesta terça-feira (05), mas será possível agendar a visitação já nesta segunda-feira (04) pelo site oficial do museu.
Ao todo, o museu ocupa uma área de 1.700 metros quadrados, com quase 80 atividades imersivas. Entre os objetos em exposição estão bolas usadas nas competições, medalhas e tochas olímpicas. Os visitantes também podem vivenciar momentos marcantes, como a simulação da implosão do viaduto da Perimetral e acompanhar as transformações urbanas que antecederam a Olimpíada. Os visitantes também poder simular esportes como canoagem.

O local também aborda os legados que o evento deixou para os cariocas. Algumas arenas foram erguidas de forma temporária, com arquitetura nômade. Entre elas, a Arena do Futuro, que recebeu partidas de handebol durante as Olimpíadas e agora deu origem a quatro escolas municipais, localizadas em Santa Cruz, Bangu, Campo Grande e Rio das Pedras. Além disso, parte do prédio que abrigava o Centro Internacional de Transmissão foi transformada no Terminal Intermodal Gentileza.
“Eu acho que todo carioca e todos os visitantes que estiverem no Rio e quiserem lembrar e entender um pouco como isso foi feito, os momentos mais emocionantes das competições… A gente teve muito momento bonito acontecendo nas Olimpíadas e Paralimpíadas do Rio que são marcantes e que quem vier nesse museu vai ter a possibilidade de sentir essas emoções de novo”- afirmou o prefeito Eduardo Paes durante sua visita.
O acervo, ao todo, ultrapassa o número de mil peças e 13 áreas temáticas. Entre as quase 80 experiências imersivas, o público poderá interativamente explodir o Elevado da Perimetral, “se exercitar” como um verdadeiro ginasta nas argolas ou “praticar canoagem slalom”. Corrida de 100m, exercícios na trave, basquete e outros esportes também oferecerão uma experiência imersiva e tecnológica.
A história dos Jogos Rio 2016 será contada desde o início da candidatura, e toda transformação pela qual a cidade passou estará retratada de maneira informativa e dinâmica. A revitalização da Região do Porto e o novo sistema integrado de transporte com o BRT e o VLT são exemplos das mudanças registradas pelo museu. A judoca Rafaela Silva, campeã olímpica no Rio 2016,
Em agosto e setembro, o Rio Museu Olímpico funcionará no modelo soft opening, que significa uma abertura gradual, controlada para que todo o sistema seja testado e a experiência possa ser a melhor possível para o público. Estará aberto de terça-feira a sábado, das 10h às 14h, e neste período a entrada será gratuita. Por dia, até 120 pessoas divididas em grupos de 30 poderão conhecer o Rio Museu Olímpico.
Por Gabriel Caetano
Foto de Capa: Divulgação



